segunda-feira, 3 de maio de 2010

Não sei!

E eu poderia falar para ti todo meu repertório de clichê, todas as mais belas juras de amor eterno que eu pensei em um dia declarar, mas como eu vou direcionar a palavra a ti, se nem ao menos sei quem és tu? tenho tantas dividas novamente em meu coração que não consigo reconhecer seu lindo rosto, que ao meio a maior multidão eu reconheceria a tampos atráz. Eu te vejo todos os dias e não reconheço sua face, mas eu reconheço seu cheiro, sua voz a milhas de distância de mim. Eu ainda escuto sua encantadora voz em meus ouvidos, dizendo que eu pertenço a ti. Mas e por que eu não reconheço seu rosto? Eu não sei quem és. Não sei aonde tu estás, se estás a estudar cmomigo ou estás no pátio da minha escola ou se estás em alguma janela a me olhar. Aonde estás afinal? Se mostre para mim, porque eu reconhecerei seu toque. Ou não se mostre, se for para me machucar e deixar mais algumas cicatrizes em meu peito... Nem apareça.
Eu preciso de alguém real, alguém de verdade e com sentimentos de homem, não de um menino que não encherga o quanto eu te amei e tu, no auge da loucura, desperdiçou o amor que dediquei somente a tí.

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